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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Quando Deus fecha uma porta, abre sempre uma janela"


É o que dizem. Eu acho que não é sempre, sempre, mas pronto.

Mas desta vez sim, foi isso mesmo que me aconteceu. Uma janela teimava em abrir-se à minha frente e eu teimava em ignorá-la, em não querer ver tudo o que de bom que ela me queria mostrar. Andava eu obcecada com a porta fechada, com o que tinha perdido, quando tinha uma janela aberta mesmo ao meu lado, pronta para me fazer sorrir, para me fazer sentir especial.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Sem título


[via I can read]

 

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tão perto do fim!

Falta muito pouco já... mas o cansaço também já está a passar da conta, ao ponto de eu nunca me ter sentido assim, de estar prestes a dar em doida! É horrível querer falar e não me lembrar das palavras, qual iliteracia! É horrível andar com dores de cabeça constantes; é horrível não conseguir dormir à noite, porque a cabeça está a andar a 200 à hora; é horrível esquecer-me de tudo e mais alguma coisa, desde tarefas banais a nomes de pessoas...
Mas o que vale é que depois vai valer a pena!

[Porque eu não tive férias, passei estes três últimos meses praticamente fechada em casa a trabalhar...]

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dá que pensar



Emigrantes passam férias em Portugal, mas não pensam regressar
De férias em Portugal, os portugueses que residem no estrangeiro temem os preços altos trazem o objectivo de gastar o menos possível, num país onde se vive pior do que naqueles que eles escolheram para trabalhar e agora ainda mais por causa da crise, como relataram à Agência Lusa.
O fim-de-semana que marcou o início da segunda quinzena de Agosto foi de partidas e chegadas em Vilar Formoso, porta de entrada que recebe nesta altura do ano milhares de emigrantes, que enchem os depósitos no último posto de combustível espanhol e param no primeiro café em Portugal.
Jorge e Cristina Serra vivem com a filha Matilde nos arredores de Paris, onde todos nasceram, e preparam-se para visitar os dois lados da família, na Figueira da Foz e em Pinhel. “Vamos tentar gastar menos e, desta feita, não vamos para o Algarve para podemos jantar mais vezes fora”, revelou Jorge Serra, consciente “dos altos preços dos combustíveis e dos baixos salários em Portugal”.
“A classe média e a baixa também está a sofrer em França”, afirmo Jorge Serra, que é funcionário de uma empresa de telecomunicações móveis. A mulher trabalha numa pequena empresa de software. O casal não pensa trocar França por Portugal, porque lá há melhores condições de vida e um sistema de saúde mais eficiente.
Já de férias em Portugal, Abel Silva, 54 anos, que há 19 trocou uma pequena aldeia da freguesia de São Mamede, no concelho da Batalha, pelo Canadá, sente que “tudo melhorou um pouco” em Portugal, mas “continua a ganhar-se mal”. “Ganha-se pouco e as coisas estão caras”, constatou, acrescentando que “todas as pessoas se queixam”, uma situação que atribui à crise.
Abel Silva adiantou que, embora “as pessoas tentem poupar alguma coisa”, a crise é um impedimento. Quanto a um hipotético regresso a Portugal, o emigrante não tem dúvidas: “Com a minha idade não é fácil arranjar emprego”. Por isso, adia para uma idade mais próxima da reforma a possibilidade de refazer a vida em Portugal. Idêntica opinião tem Sérgio Crespo, para quem “neste momento, não há nada a esperar de Portugal”. O português de 30 anos, residente há dois anos em Reading, Inglaterra, diz que não vê perspectivas de melhoras da economia portuguesa porque “depende muito de outros países”.

Salários baixos afastam regresso
Os emigrantes também apontam os baixos salários, o baixo padrão de vida em relação aos outros países da Europa, a falta de estrutura dos serviços básicos fornecidos pelo Estado, sobretudo na área da saúde, e o baixo valor das reformas como alguns factores para continuarem a trabalhar no estrangeiro.
“Os ordenados são muito baixos (em Portugal) e passei seis anos sem receber um aumento, a trabalhar para o Estado português”, declarou Crespo, natural do Cartaxo e que trabalha em Inglaterra como administrador de sistemas informáticos. “O nível de vida é definitivamente diferente, muito melhor, mas custa-nos estar longe do nosso país”, referiu ainda Crespo, que está em permanente contacto com as notícias de Portugal através da internet. Para a sua mulher, Paula Vaz, 27 anos, também natural do Cartaxo, existem muitas facilidades para as pessoas em Inglaterra, “além do serviço de saúde e do sistema de serviços do Estado em geral serem muito melhores” do que em Portugal. “Em Portugal, as coisas demoram muito tempo a acontecer. Em Inglaterra, tudo é resolvido rapidamente, disse Paula Vaz, que trabalha como recepcionista num ginásio. O casal não pretende retornar a Portugal tão cedo e vem ao país “apenas para passar férias”. Maria Gouveia, residente há mais de 30 anos na Alemanha, também acreditam que a situação económica de Portugal continua a não ser das melhores. “Pelo que nós vemos nos noticiários portugueses da televisão, está tudo muito difícil, tudo está mais caro. A situação económica do país está pior”, indicou Ana Maria Gouveia, natural de Seia e que mora há 35 anos em Nuremberga. “A assistência médica é muito melhor na Alemanha. O padrão de vida lá é muito melhor”, referiu Ana Maria Gouveia, 60 anos, que trabalha numa fábrica de munições e vem todos os anos passar férias a Portugal. Mas ao contrário do casal de Inglaterra, Ana Maria planeia voltar assim que se reformar. “Vou reformar-me daqui há três anos e volto para Portugal, mas, se não tivesse essa reforma garantida, ficava na Alemanha”, finalizou Ana Maria Gouveia.

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terça-feira, 23 de junho de 2009

DISC é uma espécie de teste!

Não vai muito tempo, tive de fazer um teste DISC. Nunca tinha ouvido falar de tal coisa, mas segundo me disseram na altura, era para traçar o meu perfil psicológico e medir as minhas respostas perante determinadas situações.
É um questionário (que nunca mais acaba) para o qual não há respostas certas ou erradas; apenas respondemos de acordo com o que mais tem a ver connosco.
No fim, enviaram-me os resultados... Um relatório de ca. de 10 páginas. Li e reli tudo mais que uma vez, sem nunca parar de me surpreender com cada novo pormenor em que reparava de cada vez que lia o documento.
Qual Maya, qual mapa astral, qual carapuça... Aquilo dá resultados mais correctos e verdadeiros do que todos os astrólogos juntos a trabalharem para mim!

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sábado, 4 de abril de 2009

Acordar para a vida

Estou feliz, estou muito muito feliz: estou em Zurique! Estão todos surpresos por me verem e todos querem falar comigo para saber novidades. O cheiro, sinto aquele agradável cheiro, inconfundível e que dentro de minutos já estarei habituada e não irei sentir... Esta atmosfera que me põe logo as endorfinas a bombear no sangue! Ouvir as pessoas a falar uma língua diferente, aquele sotaque que eu tanto adoro no Alemão! O chiar dos trams, o "meu" Limmat, a Hauptbahnhof... Estou mesmo feliz!!!

Foi tudo muito rápido: repentinamente dei aqui por mim, vim aqui parar nem sei como! Merda... Lembrei-me agora que nem tenho ainda onde dormir, vou ter de ligar à V.!

Foi neste momento que acordei!... No preciso momento que me lembrei que ainda não tinha onde dormir aquela noite... Foi como levar uma paulada, foi o verdadeiro "acordar para a realidade"! Já não me lembrava de acordar e sentir a desilusão e a tristeza a "bater"!

Parecia TUDO tão real, tão genuíno... E eu estava tão feliz!

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segunda-feira, 30 de março de 2009

So true...

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença constante e amiga de um alguém, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!


William Shakespeare

Descaradamente roubado daqui.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Vale a pena (eu) pensar nisto!

O que eu publico neste meu cantinho é um pouco o reflexo das minhas vivências e estados de espírito, é perfeitamente natural e plausível que assim seja. Ora, se até fins de Outubro do ano passado, este blogue tinha uma certa dinâmica, as publicações eram bastante frequentes, num tom muito mais divertido e leve, a partir desse momento para cá, é facilmente perceptível um progressivo sentimento de indignação, frustração e um certo tom agressivo latente em (quase) tudo o que escrevo.

Coincidência das coincidências, esse "ponto de viragem" foi o meu regresso a Portugal.

Se eu me puser a pensar na pessoa que eu era em Zurique e na pessoa em que me transformei aqui, assusto-me! A sério que sim! Estar em Portugal faz-me mal! Ando ressabiada o tempo todo, com a amargura a crescer-me no peito, revoltada contra o esquema absurdo em que esta sociedade está montada, enfim, por ser obrigada a estar confinada a este país.

E como se isto não fosse já suficiente mau, quando digo isto a algumas pessoas, sou logo atacada ("Ah e tal, Portugal é que é bom!..."). Por amor de Deus, deixem-me em paz! Se é nisso que acreditam, "Parabéns à prima que pariu a burra"! Ou não conhecem outra realidade - que isto é como os burros que usam as palas e só vêem para a frente, ou tiveram sempre muita sorte nesta sociedadezinha de merda, pertencendo ao grupinho selecto e restrito dos favorecidos, dos que nunca foram tocados pelos problemas reais. Ou então... e para mim é o pior motivo, acham que é normal assim e estão perfeitamente acomodados.

De uma forma ou de outra, todos andamos em busca de ser felizes e não é aqui que eu o vou ser! Já tive provas mais que suficientes disso, aliás quase todos os dias sou confrontada com mais momentos e situações, verdadeiras pérolas de uma sociedade que se diz civilizada e de 1º mundo! Bah...

Não vejo a hora de poder sair daqui, de poder voltar a sentir-me feliz!

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Já faltou mais!

O fim de tarde de Sexta-feira passada não podia ter sido melhor! Dei mais um passo (e um bem importante!) na direcção do meu regresso a Zurique!!!!

Começo a ver indícios de alguma luz (ainda não a vejo completamente) ao fundo do túnel. Quando se começam a ter ideias concretas sobre o futuro a curto prazo e as as expectativas são correspondidas, os planos podem ser finalmente definidos e as estratégias delineadas. Infelizmente nem tudo está dependente de mim, mas estou empenhada em cumprir com a minha parte: dentro de 2 meses (mais semana, menos semana) dou por terminada a parte prática do meu Doutoramento. Depois é escrever, escrever, escrever e escrever; artigos e mais artigos e por fim a Tese.

O caminho ainda é longo, mas um muro está prestes a ser ultrapassado!

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Aviso à tripulação (II)

Este blogue mudou de "sede".
Este blogue não acabou.
Este blogue vai continuar com o mesmo nome.
Este blogue não vai mudar o endereço nem a imagem do cabeçalho.
Este blogue está agora a ser "transmitido" de Portugal, mas o pensamento e a meta continuam em Zurique. A mudança para terras lusas não é definitiva, mas vai (infelizmente) ser demorada.
A autora deste blogue está de férias e ainda com muita coisa para pôr em ordem. Tem ainda malas para desfazer e muiiiiiiita coisa para arrumar.
A autora deste blogue está numa fase decisiva da sua vida em que muitas são as mudanças e as novidades.
A autora deste blogue ainda se está a adaptar a esta nova realidade.
Mas este blogue continua o mesmo...

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sábado, 18 de outubro de 2008

I had a dream


Aliás, um sonho que se anda a repetir há já algumas noites. As personagens e os lugares mudam, mas a essência, a moral da história e o argumento são sempre os mesmos.
E por mais força que eu faça durante o sono, nunca consigo mudar o rumo da história conforme eu quero... acaba por acontecer sempre o mesmo!

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Wishlist


Há (pelo menos) três coisas que eu queria mesmo muito, muito, muito que acontecessem antes de eu ir embora:

1 – Queria muito ver nevar em Zurique, pelo menos mais uma vez
2 – Queria muito comer fondue de queijo mais uma vez
3 – Queria muito estar com uma pessoa que eu já não vejo há mais de 2 anos

Alguém viu o génio da lâmpada por aí?


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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Há gajas com sorte!...

George Clooney oferece carro a italiana com quem teve acidente
O actor americano George Clooney ofereceu um carro a uma italiana com quem teve um pequeno acidente. O carro dela tinha poucos danos, mas quando o foi levantar à oficina, estava um novo à espera.

Muitas mulheres em todo o mundo gostariam de chocar com George Clooney no meio da rua, e foi exactamente isso que aconteceu em Penabilli, no centro de Itália.

O actor americano de 47 anos embateu por trás num pequeno Lancia Ypsilon conduzido por uma mulher. Do acidente resultaram apenas alguns danos no automóvel dela.

Clooney aceitou imediatamente as culpas do acidente e a mulher levou o carro para a oficina.

No entanto, quando o foi levantar, tinha à espera um carro exactamente igual, totalmente novo, com um valor de 18 mil euros.

A cereja em cima do bolo foi um pequeno cartão no limpa pára-brisas. «Sinto muito. Espero que me perdoe. George Clooney», dizia a mensagem.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Life goes on







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sábado, 21 de junho de 2008

Cecelia Ahern

Quando vejo um filme baseado num livro que já li, por norma e na minha opinião, o filme nunca chega aos calcanhares do livro! Mais um exemplo disso é o P.S. I love you, baseado no livro com o mesmo nome da autora Irlandesa Cecelia Ahern.


Confesso que vi o filme, porque já tinha lido o livro e estava curiosa acerca do resultado da adaptação (sim, mea culpa, adoro uma boa história cor de rosa com direito a espremer a pestana no fim e tudo!). Que triste ideia a minha: para além de o filme não ter conseguído traduzir, nem de longe, a magia do livro, o guião está completamente diferente e alguns factos das personagens e/ou lugares foram modificados, contribuindo para perder toda a tónica que fez do livro um sucesso.

Desilusões à parte, P.S. I love you, foi o primeiro livro que li desta autora (devorei é a palavra mais adequada), sendo o suficiente para me arrastar até uma livraria para comprar o segundo. Escolhi o If you could see me now (na foto); já li alguns capítulos e a história promete!... Apesar de só ter lido 1 + (ca.) 1/7 dos livros desta autora, declaro-me já uma fã incondicional!

Os outros livros que me aguardem, pois quando acabar este, que venha o próximo! Agora tenho é de começar a pensar qual...

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