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sexta-feira, 22 de julho de 2011

É por estas e por outras que eu adoro este homem!


Inconscientemente, buscamos os princípios e as teorias adequados ao nosso temperamento, de modo que afinal parece que esses princípios e teorias criaram o nosso carácter, deram-lhe firmeza e segurança: quando aconteceu justamente o contrário. O nosso pensamento e julgamento, assim parece, é transformado posteriormente em causa de nosso ser: mas na realidade é o nosso ser a causa de pensarmos e julgarmos deste ou daquele modo. - E o que nos induz a essa comédia quase inconsciente? A indolência e a comodidade, e também o desejo vaidoso de ser considerado inteiramente consistente, uniforme no ser e no pensar: pois isso conquista respeito, empresta confiança e poder.
Friedrich Nietzsche, "Humano, demasiado humano"

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domingo, 29 de maio de 2011

Não sei quem escreveu, mas está simplesmente BRUTAL

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanha e incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. 

Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoa-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependeras para o resto da vida.


Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos. Aprendes que as circunstancias e os ambientes tem influencia sobre nos, mas nos somos responsáveis por nos mesmos.

Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser. Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo e curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados.

Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita pratica. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, e uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste.

Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas.

Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de ser cruel. Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado.

Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não e algo que possa voltar para trás.

Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais... que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dádivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

I think, therefore I exist

Vi esta frase numa revista e achei-a soberba!

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terça-feira, 2 de março de 2010

A grandeza de carácter

Obedecer aos próprios sentimentos? Arriscar a vida ao ceder a um sentimento generoso ou a um impulso de momento... Isso não caracteriza um homem: todos são capazes de fazê-lo; neste ponto, um criminoso, um bandido, um corso certamente superam um homem honesto. O grau de superioridade é vencer em si esse elã e realizar o acto heróico, não por um impulso, mas friamente, razoavelmente, sem a expansão de prazer que o acompanha. Outro tanto acontece com a piedade: ela há-de ser habitualmente filtrada pela razão; caso contrário, é tão perigosa como qualquer outra emoção. A docilidade cega perante uma emoção - tanto importa que seja generosa ou piedosa como odienta - é causa dos piores males. A grandeza de carácter não consiste em não experimentar emoções; pelo contrário, estas são de ter no mais alto grau; a questão é controlá-las e, ainda assim, havendo prazer em modelá-las, em função de algo mais.
 Friedrich Nietzsche, em A Vontade de Poder

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Sweet

Por sms:

- Ai ai...
- Ai ai?!
- Sim... É um suspiro por sms...

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A minha lista de blogues

É só para dizer que eu acompanho, leio e sigo os melhores blogues do mundo!

Posso não deixar muitos comentários, mas não deixam de ser os melhores.


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sábado, 10 de outubro de 2009

A minha opinião sobre o Nobel da Paz e Barack Obama

Encontrei-a tão bem explicitada nas palavras do Jorge Assunção:

É certo que aquilo que me levou a torcer por Barack Obama nas eleições presidenciais norte-americanas foi, acima de tudo, a sua perspectiva da política internacional e a visão que tenho dele de que tentará evitar, a todo o custo, novas guerras, como um candidato Republicano, no caso John McCain, contrariamente ao que era habitual, não o faria. Mas entregar-lhe agora um Prémio Nobel da Paz, com menos de um ano a exercer o cargo de Presidente dos EUA e, diga-se, sem que o rumo da sua governação esteja totalmente definido, parece-me manifestamente estúpido. Excepto se o Comité do Nobel pensa que com isto irá influenciar as decisões de Obama no futuro. Ou seja, no Comité do Nobel, nomeadamente no que toca ao da Paz (e da Literatura, espero que não se alargue ao da Economia) faz-se política pura e dura, mas não se atribui prémios pelo mérito das personalidades em causa.





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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Para algo completamente diferente

O que eu me ri com isto!...

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domingo, 9 de agosto de 2009

Queria...

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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Estes já não bebem mais!

"Besides, the recent observations that plants and animals are able to listen to quorum-sensing conversations among bacteria and make diverse responses to what they hear open new and more complex applications for the cell–cell communication mechanisms."

Bauer, W.D., Mathesius, U., Teplitski, M., 2005. Eukaryotes deal with bacterial quorum sensing. ASM News 3, 129–135.

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terça-feira, 23 de junho de 2009

DISC é uma espécie de teste!

Não vai muito tempo, tive de fazer um teste DISC. Nunca tinha ouvido falar de tal coisa, mas segundo me disseram na altura, era para traçar o meu perfil psicológico e medir as minhas respostas perante determinadas situações.
É um questionário (que nunca mais acaba) para o qual não há respostas certas ou erradas; apenas respondemos de acordo com o que mais tem a ver connosco.
No fim, enviaram-me os resultados... Um relatório de ca. de 10 páginas. Li e reli tudo mais que uma vez, sem nunca parar de me surpreender com cada novo pormenor em que reparava de cada vez que lia o documento.
Qual Maya, qual mapa astral, qual carapuça... Aquilo dá resultados mais correctos e verdadeiros do que todos os astrólogos juntos a trabalharem para mim!

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sábado, 13 de junho de 2009

Schreib mal wieder


Alle Liebesbriefe sind
lächerlich.
Sie wären nicht Liebesbriefe, wären sie nicht
lächerlich.

Auch ich schrieb zu meiner Zeit Liebesbriefe,
wie alle anderen,
lächerlich.

Die Liebesbriefe,
falls Liebe vorhanden ist,
sind notgedrungenermassen
lächerlich.

Letztlich jedoch
sind nur die Leute, die niemals
Liebesbriefe geschreiben haben,
lächerlich.

Was gäbe ich um die Zeit, in der ich,
ohne es zu bemerken,
Liebesbriefe verfasste,
lächerliche!

Wahr ist, heute sind nur
meine Erinnerungen
an diese Liebesbriefe
lächerlich.
Álvaro de Campos

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Writing sucks

Sempre fui uma pessoa capaz de me orientar no meio da (minha) desarrumação, por muito que isso incomodasse algumas pessoas. A minha secretária sempre primou pela confusão e desordem, pilhas e mais pilhas de papelada, capas, livros e artigos numa amálgama, post-it e canetas espalhados por todo o lado, folhas rabiscadas com apontamentos sem nexo e/ou lógica alguma (para quem está de fora) e alguma dificuldade em arranjar um espacinho para movimentar o rato do computador...

Mas acho que estou a perder essa faculdade - deve ser da idade! Neste momento encontro-me no meu apogeu... Estou literalmente com a cabeça enfiada em 2 livros ao mesmo tempo, com uma capa de arquivo aberta do meu lado esquerdo e quase deitada por cima da mesa para conseguir chegar ao teclado... E fico extremamente irritada quando tenho de levantar tudo do sítio para procurar aquele artigo (no meio de sei-lá-eu-quantos), onde li qualquer coisa que me interessava e não sei bem em qual deles foi!

Acho que estou a precisar de uma mesa (ainda) maior!

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Então a coisa vai ser assim...

Um total de 11 capítulos, divididos em três partes distintas. Descobri que afinal já tenho muita coisa escrita, mas que ainda tenho muita para escrever também! Eu diria que, com tanta coisa que ainda há para passar para texto, tabelas, imagens, gráficos, etc, a coisa vai seguramente passar as 500 páginas!

Estou a falar da minha tese! Finalmente já tenho as coisas definidas e uma data sugerida para a defesa - que eu pretendo, a todo o custo, cumprir!

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

"Grávida brasileira atacada por skinheads em Zurique" ou porque não devemos acreditar em tudo o que os media dizem

Quando ouvi esta notícia pela primeira vez, confesso que fiquei chocada, triste e desiludida! Como era possível que na minha Zurique, na Suíça, acontecessem coisas como estas?!

Mas depois li todo o relato dos acontecimentos e comecei a achar a história um pouco estranha. A estação onde supostamente tudo aconteceu (Stettbach em Dübendorf) é bastante movimentada... Como é possível não haver testemunhas???

Como seria de imaginar, a comunicação social Brasileira desencadeou um ataque massivo às autoridades Suíças, pondo em questão as relações diplomáticas entre os dois países. A forma como a notícia foi dada pelos media denegriu a imagem de uma cidade pacata e segura como Zurique.

Mas afinal as coisas não aconteceram bem como foi relatado pela comunicação social. Em primeiro lugar, a senhora nem sequer grávida estava, para além de sofrer de distúrbios de personalidade...

Para saber a história toda e não apenas o que a comunicação social nos quer fazer acreditar.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

É tão bom, mas tão bom, que tenho de o pôr aqui

Eu sei que este texto está na secção "o que eu também leio" ali ao lado, mas é que eu achei-o tão delicioso que o tive de pôr aqui também.

Os gajos [esses malandros] costumam rotular bipolar a uma mulher completa.
Porquê? porque quando está feliz, mostra... e quando não está... mostra também.
Quando não entende, quer saber, quando já percebeu, muda de assunto. Quando está
insegura, diz. Quando está bem, sorri [ai a sacana!!!]Leva-me a crer que o Julio
Machado Vaz [que no passado Domingo falava do quanto as mulheres estavam tão
mais à frente dos homens... a todos os níveis menos no nivel da burrice*] é que
tinha razão. Os homens, esses mariolas, têm tanto que aprender com nozes, las
muheres!!!!

[olé!]

*Eu cá não ouvi. Fiz o podcast. Mas ligaram me a informar que [aleluia] há mais um homem consciente nesta terra.

Parabéns à caos da teoria pela autoria do texto!

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Para referência futura



Nunca se sabe quando posso vir a precisar de a usar!

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sábado, 21 de junho de 2008

Cecelia Ahern

Quando vejo um filme baseado num livro que já li, por norma e na minha opinião, o filme nunca chega aos calcanhares do livro! Mais um exemplo disso é o P.S. I love you, baseado no livro com o mesmo nome da autora Irlandesa Cecelia Ahern.


Confesso que vi o filme, porque já tinha lido o livro e estava curiosa acerca do resultado da adaptação (sim, mea culpa, adoro uma boa história cor de rosa com direito a espremer a pestana no fim e tudo!). Que triste ideia a minha: para além de o filme não ter conseguído traduzir, nem de longe, a magia do livro, o guião está completamente diferente e alguns factos das personagens e/ou lugares foram modificados, contribuindo para perder toda a tónica que fez do livro um sucesso.

Desilusões à parte, P.S. I love you, foi o primeiro livro que li desta autora (devorei é a palavra mais adequada), sendo o suficiente para me arrastar até uma livraria para comprar o segundo. Escolhi o If you could see me now (na foto); já li alguns capítulos e a história promete!... Apesar de só ter lido 1 + (ca.) 1/7 dos livros desta autora, declaro-me já uma fã incondicional!

Os outros livros que me aguardem, pois quando acabar este, que venha o próximo! Agora tenho é de começar a pensar qual...

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