terça-feira, 14 de abril de 2009

Semana horribilis

Acho que nunca estive tão desejosa que chegasse Sexta-feira à tarde! Ou melhor, que Quarta, Quinta e Sexta de manhã passem assim... vá, num "abrir e fechar de olhos"!

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sábado, 11 de abril de 2009

Há um ano atrás...

Que é como quem diz, na Páscoa do ano passado, andava eu a curtir a neve na região de Interlaken!

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Se fosse só isso!

Começar, não é de todo o pior e felizmente, esta parte já passou! O pior é sim o que está pela frente... Formatações e mais formatações, correcções e mais correcções (ah, meu querido Professor, que me está sempre a mudar os gráficos!), stresses inglórios contra a teimosia do pc, und so weiter!

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

E eu por cá...

Eu sei que a inveja é um sentimento muito feio, mas há gente com tanta sorte!

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Saudades... muitas!



A música diz tudo! Só que eu, em vez de cantar "Ich bin zurück nach Zürich", canto "Ich werde zurück nach Zürich sein". Ganz bestimmt!!!

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Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo!

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terça-feira, 7 de abril de 2009

[...]

Três músicas que ultimamente têm mexido de alguma forma comigo e que reflectem três estados de espírito muito diferentes - que vão alternando...






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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Nunca...

Mas nunca bebam uma caipirinha de penalty (especialmente se já não for a primeira e se estiver bem fortezinha)!


Este post foi complicado de escrever...

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domingo, 5 de abril de 2009

6 Km

Dia sim, dia não!

Cada vez um pouquinho melhor!

Cada vez custa menos um pouco!

Ainda paro algumas vezes para andar a passo, porque a minha resistência (ainda) não dá para mais. Mas eu vou conseguir voltar à forma que tinha em Zurique, ai vou, vou...

Só tenho é de curar a distensão muscular que entretanto contraí na virilha e que dói para caraças!

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sábado, 4 de abril de 2009

Acordar para a vida

Estou feliz, estou muito muito feliz: estou em Zurique! Estão todos surpresos por me verem e todos querem falar comigo para saber novidades. O cheiro, sinto aquele agradável cheiro, inconfundível e que dentro de minutos já estarei habituada e não irei sentir... Esta atmosfera que me põe logo as endorfinas a bombear no sangue! Ouvir as pessoas a falar uma língua diferente, aquele sotaque que eu tanto adoro no Alemão! O chiar dos trams, o "meu" Limmat, a Hauptbahnhof... Estou mesmo feliz!!!

Foi tudo muito rápido: repentinamente dei aqui por mim, vim aqui parar nem sei como! Merda... Lembrei-me agora que nem tenho ainda onde dormir, vou ter de ligar à V.!

Foi neste momento que acordei!... No preciso momento que me lembrei que ainda não tinha onde dormir aquela noite... Foi como levar uma paulada, foi o verdadeiro "acordar para a realidade"! Já não me lembrava de acordar e sentir a desilusão e a tristeza a "bater"!

Parecia TUDO tão real, tão genuíno... E eu estava tão feliz!

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terça-feira, 31 de março de 2009

Second life

Certo dia perguntaram-me porque não mostrava mais vezes a pessoa meiga que eu sou... Já não sei ao certo o que respondi, mas foi de certeza uma resposta escorregadia e evasiva, para fugir do assunto. Porque é assim que eu faço: fujo de confrontos emocionais e finto as perguntas difíceis! Um "está tudo bem" é muito mais fácil do que um "preciso da tua ajuda, do teu carinho, do teu apoio".

Já me disseram por várias vezes que a ideia que eu transmito quando alguém me conhece pela primeira vez é de eu ser uma pessoa antipática e "com a mania que sou importante". Já me disseram que eu era uma pessoa azeda, chegando mesmo a comparar-me com o vinagre (!)... Porque a verdade é que não consigo demonstrar sentimentos à frente de ninguém, não sou capaz de chorar, de mostrar que preciso de ajuda, de me mostrar vulnerável e susceptível... Sou incapaz de grandes demonstrações de efusividade e alegria. Tudo isso guardo-o para mim, "meto para dentro" e vivo-o comigo mesma.

Mas EU SEI que NÃO sou assim! Porque eu também sinto, também tenho um coração, embora muitos pensem que não, só porque não estão habituados a "vê-lo"! Eu queria ser diferente nesse aspecto, gostava de poder demonstrar o quanto gosto das pessoas, gostava de ter mais gestos de carinho para com aqueles que gosto, gostava de dar e receber mais abraços e beijos. Gostava de chorar sem medo de mostrar fragilidade, pedir ajuda e ser protegida quando estou menos bem e contagiar a todos com a minha alegria quando estou feliz! Porque no fundo, eu não sou diferente de ninguém, não sou uma parede, não sou feita de pedra...

Porque não o mostro?! Não sei, mas sei que a isso lhe chamam máscara, defesa, barreira... Não sei/consigo mostrar os meus sentimentos, sei que NINGUÉM me conhece a 100 % e também sei que a culpa disso é só minha. Tenho um medo enorme de me expor demasiado aos outros, como se isso me tornasse de alguma forma vulnerável à rejeição, talvez seja esse o motivo para toda esta minha fuga, quiçá por situações e humilhações por que já passei e como forma de evitar outras tantas. Mas se calhar também já perdi muito por não (mostrar) ser como realmente sou...

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segunda-feira, 30 de março de 2009

So true...

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença constante e amiga de um alguém, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!


William Shakespeare

Descaradamente roubado daqui.

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Porque há coisas onde é melhor não remexer...

What happens in Arco de Baúlhe, stays in Arco de Baúlhe!

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sexta-feira, 27 de março de 2009

(In)capacidade de discernimento

Até que ponto é "de mau tom" responder a um email da Segurança Social, basicamente para lhes perguntar se eles são assim tão quadrados* como fazem transparecer ou se estão a tentar passar-me algum atestado de estupidez?! Mas claro que isto tudo de um modo formal e politicamente correcto, num textinho bem floreado como eles gostam!

*Reparem que eu evitei escrever "burros e incompetentes"...

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Writing sucks

Sempre fui uma pessoa capaz de me orientar no meio da (minha) desarrumação, por muito que isso incomodasse algumas pessoas. A minha secretária sempre primou pela confusão e desordem, pilhas e mais pilhas de papelada, capas, livros e artigos numa amálgama, post-it e canetas espalhados por todo o lado, folhas rabiscadas com apontamentos sem nexo e/ou lógica alguma (para quem está de fora) e alguma dificuldade em arranjar um espacinho para movimentar o rato do computador...

Mas acho que estou a perder essa faculdade - deve ser da idade! Neste momento encontro-me no meu apogeu... Estou literalmente com a cabeça enfiada em 2 livros ao mesmo tempo, com uma capa de arquivo aberta do meu lado esquerdo e quase deitada por cima da mesa para conseguir chegar ao teclado... E fico extremamente irritada quando tenho de levantar tudo do sítio para procurar aquele artigo (no meio de sei-lá-eu-quantos), onde li qualquer coisa que me interessava e não sei bem em qual deles foi!

Acho que estou a precisar de uma mesa (ainda) maior!

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