sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Então a coisa vai ser assim...

Um total de 11 capítulos, divididos em três partes distintas. Descobri que afinal já tenho muita coisa escrita, mas que ainda tenho muita para escrever também! Eu diria que, com tanta coisa que ainda há para passar para texto, tabelas, imagens, gráficos, etc, a coisa vai seguramente passar as 500 páginas!

Estou a falar da minha tese! Finalmente já tenho as coisas definidas e uma data sugerida para a defesa - que eu pretendo, a todo o custo, cumprir!

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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Quantas e quantas vezes...




E depois chega a "Sábado" e afinal a pressa já não é assim tanta...

Mas quando é ao contrário, 'ta quieto! Bem me posso sentar para não ganhar varizes!

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Basta apenas uma!

Crises económicas à parte, preciso de apenas uma pessoa que me diga que o ano de 2009 (que ainda só vai em Fevereiro) lhe está a correr bem, para eu me sentir um pouco melhor!

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Não nestas circunstâncias

Não quero ir aos Açores...

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Vale a pena (eu) pensar nisto!

O que eu publico neste meu cantinho é um pouco o reflexo das minhas vivências e estados de espírito, é perfeitamente natural e plausível que assim seja. Ora, se até fins de Outubro do ano passado, este blogue tinha uma certa dinâmica, as publicações eram bastante frequentes, num tom muito mais divertido e leve, a partir desse momento para cá, é facilmente perceptível um progressivo sentimento de indignação, frustração e um certo tom agressivo latente em (quase) tudo o que escrevo.

Coincidência das coincidências, esse "ponto de viragem" foi o meu regresso a Portugal.

Se eu me puser a pensar na pessoa que eu era em Zurique e na pessoa em que me transformei aqui, assusto-me! A sério que sim! Estar em Portugal faz-me mal! Ando ressabiada o tempo todo, com a amargura a crescer-me no peito, revoltada contra o esquema absurdo em que esta sociedade está montada, enfim, por ser obrigada a estar confinada a este país.

E como se isto não fosse já suficiente mau, quando digo isto a algumas pessoas, sou logo atacada ("Ah e tal, Portugal é que é bom!..."). Por amor de Deus, deixem-me em paz! Se é nisso que acreditam, "Parabéns à prima que pariu a burra"! Ou não conhecem outra realidade - que isto é como os burros que usam as palas e só vêem para a frente, ou tiveram sempre muita sorte nesta sociedadezinha de merda, pertencendo ao grupinho selecto e restrito dos favorecidos, dos que nunca foram tocados pelos problemas reais. Ou então... e para mim é o pior motivo, acham que é normal assim e estão perfeitamente acomodados.

De uma forma ou de outra, todos andamos em busca de ser felizes e não é aqui que eu o vou ser! Já tive provas mais que suficientes disso, aliás quase todos os dias sou confrontada com mais momentos e situações, verdadeiras pérolas de uma sociedade que se diz civilizada e de 1º mundo! Bah...

Não vejo a hora de poder sair daqui, de poder voltar a sentir-me feliz!

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domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ossos do oficio

Se alguma alma caridosa me quiser ajudar a integrar manualmente os 200 cromatogramas* que eu tenho no meu computador, é só dizer, que eu ficarei eternamente agradecida!!! É que eu já não posso ver picos e áreas à minha frente...

*Os tipos do CSI metem-me um nojo!

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

"Grávida brasileira atacada por skinheads em Zurique" ou porque não devemos acreditar em tudo o que os media dizem

Quando ouvi esta notícia pela primeira vez, confesso que fiquei chocada, triste e desiludida! Como era possível que na minha Zurique, na Suíça, acontecessem coisas como estas?!

Mas depois li todo o relato dos acontecimentos e comecei a achar a história um pouco estranha. A estação onde supostamente tudo aconteceu (Stettbach em Dübendorf) é bastante movimentada... Como é possível não haver testemunhas???

Como seria de imaginar, a comunicação social Brasileira desencadeou um ataque massivo às autoridades Suíças, pondo em questão as relações diplomáticas entre os dois países. A forma como a notícia foi dada pelos media denegriu a imagem de uma cidade pacata e segura como Zurique.

Mas afinal as coisas não aconteceram bem como foi relatado pela comunicação social. Em primeiro lugar, a senhora nem sequer grávida estava, para além de sofrer de distúrbios de personalidade...

Para saber a história toda e não apenas o que a comunicação social nos quer fazer acreditar.

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Agradecimento público

Queria agradecer, do fundo do meu coração, a todos aqueles que contribuíram para o fim de semana de merda que estou a ter... O meu muito obrigada!

Com amigos assim...

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Mentira!!!!!!!!

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Simplesmente excepcional!


Não poderia estar mais de acordo!!

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E depois admiram-se...

Por favor, vão a este site e leiam alguns tópicos.

Depois riam, chorem, insultem, gritem, indignem-se, revoltem-se, pois dá para isso tudo e muito mais...

E como se não fosse já suficiente, vejam também isto.

Eu não sei para que é que os alunos de hoje estão 12 anos a "estudar"! Chegam à faculdade e não sabem escrever (se eu vos contasse o que eu leio em relatórios) e vão para os exames nacionais com a matéria chapada na memória das máquinas gráficas (que nem precisam de perder tempo a copiar, é só fazer o download da Internet).

E o professor não pode fazer o reset à máquina, pois "está a invadir a privacidade do aluno"... Onde é que nós estamos?! Quando me contaram, eu juro que pensei que estavam a brincar comigo, mas é mesmo verdade! Qualquer dia também consideram invasão de privacidade o professor corrigir os testes/exames...

O que mais me preocupa, é que estes putos vão ser o futuro deste país e, se ele já está assim agora...

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Pensamento positivo, precisa-se...

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vergonha de viver num sítio onde coisas como estas acontecem

Uma senhora trabalhou 15 anos como funcionária de uma livraria até ao momento em que complicações cardíacas a obrigaram a uma complicada intervenção cirúrgica. Isto foi em 2003. Esteve quase 2 meses internada, pois para além do coração, sofria também de diabetes, sendo dependente de insulina 3 vezes por dia, o que não a permitia estabilizar de forma a poder regressar a casa.

Já em casa, durante a baixa médica que se seguiu, outras complicações de saúde foram surgindo: artroses em várias partes do corpo, problemas de visão, síndrome vertiginoso, e para ajudar à festa, uma depressão.

Após 3 ano e tal de baixa, foi chamada a uma junta médica pela Direcção Geral de Saúde do Porto, que a considerou apta para trabalhar.

Apresentou-se ao serviço e a entidade patronal já não estava a contar com ela, o que até é compreensível. Agora, o que eu acho condenável e execrável foi o facto de lhe darem a escolher entre ser despedida com uma indemnização ridícula sem ter em conta os 15 anos de casa (metendo o fundo de desemprego pelo meio!) ou, voltar a trabalhar. Achando a proposta extremamente injusta, voltou a trabalhar.

O que nunca lhe passou pela cabeça foi que, alguém fosse tão abominável ao ponto de ser capaz de a fazer passar pelo inferno! Puseram-na ao balcão num determinado computador (tinha ordens para só trabalhar naquele) que por coincidência, ou não, estava sempre a encravar e a precisar de ser reiniciado, o que a levava a perder muito tempo cada vez que isso acontecia. Quando o patrão se apercebia da situação, não perdia a oportunidade de a humilhar, chamando-a de incompetente e burra à frente dos clientes. O anormal não a deixava sentar-se durante o horário de trabalho e chegou mesmo a insinuar que andava a desaparecer dinheiro das caixas registadoras e que tal só estava a acontecer desde que ela tinha regressado ao trabalho. Os colegas foram obrigados, sob ameaça, a tratar mal e a ser mal-educados com a senhora (mais tarde confessaram-no e pediram-lhe desculpa pelo que a fizeram passar).

Como a estratégia para que a senhora se demitisse não estava a resultar, decidiram mudar-lhe os horários de trabalho. Como a empresa tem várias livrarias, obrigavam-na a trabalhar até à hora de almoço num sítio e apresentar-se depois da hora de almoço noutra loja, para regressar um par de horas depois. Uma pessoa diabética, dependente de insulina, não pode falhar refeições, mas foi o que a senhora foi obrigada a fazer, pois perdia a hora de almoço para se deslocar de uma loja para a outra. Não podia levar carro (demoraria 20 min) pois não tinha onde estacionar, logo tinha de se deslocar a pé. Para uma pessoa saudável, o caminho demora ca. de 1/2 hora a percorrer, mas esta senhora, com alguns problemas de mobilidade (precisa de uma bengala) precisava de mais de 1 hora! Acrescente-se ainda que isto foi durante o Inverno, pelo que chegava ao destino completamente encharcada, enregelada e estafada da caminhada. Chegou, mais que uma vez a sentir-se mal e até a tropeçar e caír ao chão, devido aos problemas de mobilidade. Com tudo isto, a depressão foi-se agravando e a saúde detriorando.

Andava de rastos a semana toda, o corpo não aquentava tanto cansaço e tanto esforço e uma noite de sono não era suficiente para recuperar. Todos os dias, ao chegar a casa, não conseguia conter as lágrimas e o desespero reprimidos durante o dia, provocados pelas humilhações contantes de que era vítima. Cada Domingo à tarde começava o sofrimento de mais uma semana que não tardaria a começar.

Para se ver livre desta situação e deste inferno, teve de se sujeitar a este sofrimento (físico e psicológico) durante 6 meses até poder voltar a meter baixa.

Com o passar do tempo, mais complicações de saúde foram surgindo: inícios de insuficiência renal, incapacidade de ouvir de um dos ouvidos, dores constantes no corpo, falta de equilíbrio, problemas de circulação nas pernas, queda da tensão arterial sem explicação aparente e uma visível degradação que agrava de dia para dia (esta mulher tem 60 anos, mas aparenta bem mais). Hoje em dia, para além da insulina, toma mais de 2 dezenas de comprimidos diários e tem consultas médicas quase todas as semanas. Já foi chamada mais 2 vezes a juntas médicas. O(A) médico(a) que a atendia mal a via e lhe perguntava o que fazia diziam-lhe logo que nem pensar em ir trabalhar naquela situação.

Hoje teve outra junta médica. Apesar da sua aparência frágil e debilitada, de todos os pareceres clínicos de todos os especialistas que frequenta, de todos os exames médicos que comprovam a sua situação, de ter sido referido o tipo de emprego que tinha e o esforço físico que era obrigada a fazer (nem sequer falou da tortura psicológica), o filho da puta do médico achou por bem que ela estava mais que em condições para ir trabalhar. A decisão chocou familiares e conhecidos...

Reclamar?! Claro que sim... 10 dias úteis para apresentar um parecer médico a argumentar a situação (com os custos a serem suportados pela própria) que seria depois avaliado pelo conselho de médicos da própria Direcção Geral de Saúde do Porto. Está-se mesmo a ver qual o resultado disto, não está? É óbvio que a decisão nunca é revogada. Uma perda de tempo (e isto foi dito por um médico), nem sequer vale a pena!

Esta senhora é minha mãe, por isso eu sei bem o sofrimento por que ela passa todos os dias e sei bem a revolta e injustiça que ela está a sentir neste momento!

Merda de país... Situações como estas são intoleráveis numa sociedade dita civilizada.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Giro, giro...

...É ir ao El Corte Ingles, ao piso dos utensílios e electrodomésticos de cozinha, tentar encontrar uma coisa deste género. Eu queria apenas uma simples caçarola de barro, pois o resto do aparelho já eu tenho.

Então não é que a jovem que me atendeu, queria impingir-me um aparelho (completo) de fondue, com o recipiente em qualquer coisa como metal. Eu bem lhe dizia que não era bem aquilo, que os que ela me mostrava são os indicados para os fondues de carne e os de queijo tinham de ser em barro!

Mas o raio da moça, insistia!... Que eu estava enganada (!) que não existem aparelhos de fondue com o recipiente em barro... Pronto, foi aí que desisti! A ignorância dela desarmou-me...

Por isso, Exmos. Srs. dos RH do El Corte Ingles, os critérios de selecção para a admissão de pessoal, andam um pouquinho desajustados, ou então apostem bem na sua formação antes de os lançar às feras. Mas o que é bom, também é para se dizer: simpatia não lhes falta!

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Angelina Jolie

A R, uma amiga, colocou ontem uma questão pertinente:

Será que a Angelina Jolie, depois das gravações de "A Troca", também pediu para adoptar o miúdo?

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